A Fundação SCP Lusófona

A Fundação Lusófona é uma subsidiária autônoma da Foundation, operando intercontinentalmente pela América do Sul, Europa, e África. A Fundação é dirigida pelo Conselho O4 e o Comitê de Éticas Lusófono que reportam diretamente ao Conselho O5. Devido a um histórico conturbado de relações internas, e externas nos países Lusófonos que compreendem a Fundação, uma míriade de ativos da organização foram perdidos em meio a conflitos.

Em 1942 durante o governo de Getúlio Vargas o estreitamento de laços dos Estados Unidos da América com o Brasil sob o pretexto da Política de Boa Vizinhança, permitiu o contato do governo Brasileiro com a Foundation. Na época a Superintêndencia de Assuntos Paranormais da República do Brasil pela influência dos EUA, tornaria-se a subsidiária Brasileira da Foundation oficialmente no final do ano de 1943.

No ínterim da Segunda Guerra, e a política de neutralidade de Salazar em seu Governo de Estado Novo, a Foundation não foi capaz de estabelecer contatos relevantes com o órgão competente do país, a Academia Lusitana do Paranormal. Com o final do governo de Estado Novo em 1974, a Fundação Brasileira restabeleceu contato com sua contraparte Portuguesa, e no final do ano de 1976, as organizações fundiram-se oficialmente como A Fundação Lusófona, consolidando a influência da organização em nações Lusófonas.

Apesar de consolidadas, os eventos que afetaram a Fundação e seus precursores pré-modernização deixaram-na com um déficit de seus ativos e passivos históricos. Atualmente os esforços da Fundação estão focados na recuperação de ativos, e passivos de Grupos de Interesse precursores à formação da Fundação, além de garantir proteção à normalidade em países Lusófonos, operando secundáriamente para restaurar o controle de artefatos anômalos anteriormente obtidos por estes GdIs.


Histórico

A Fundação Lusófona possui raízes nas primeiras iniciativas do Império Português para o desenvolvimento de um órgão competente capaz de lidar como paranomalias existentes nas regiões consolidadas pelo Império Colonial Ultramarino Português; devido ao desenvolvimento científico da época, dezenas de itens anômalos foram errôneamente catalogados, e dezenas de outros foram perdidos durante conflitos marinhos, ou extraviados devido a ignorância, ou indiferença.

Durante a invasão de Portugal por forças Franco-Espanholas, e a fuga da Família Real para o Brasil, este órgão, já então reformado como a Real Academia de Ciências Paranormais ficou sob o regime das forças invasores. Apesar da resistência inicial do órgão, utilizando sua influência, e as paranomalias à sua disposção, a organização foi rapidamente reduzida, passando a ser controlada pelas forças invasoras.

Neste interím, na Colônia do Brasil, o órgão é restabelecido durante as promoções para o desenvolvimento da colônia brasileira por influência da Coroa Portuguesa. A Real Academia de Ciências Paranormais então passa a estudar e desenvolver paranomalias com o intuito de auxiliar os esforços da retomada de Portugal, tornando-se uma força relevante no cenário paranormal na América do Sul.

A retomada do controle de Portugal e o retorno parcial da Família Real para o país estabelecem o contato entre as organizações Paranomais dentro Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Porém, a partir das relações opositoras entre os reinos de Brasil e Portugal entre 1821 e 1825, e com a proclamação da independência brasileira, agora como Império Brasil, estas relações breves são cortadas. A Real Academia de Ciências Paranormais torna-se no Brasil o Conservatório Real de Ciências Paranormais.

Em 1889, a República é instaurada no Brasil. O Conservatório Real de Ciências Paranormais é reformado como a Superintêndencia de Assuntos Paranormais da República do Brasil, funcionando normalmente até a Era Vargas, onde é expandido durante o período da Segunda Guerra, até se tornar, devido a influência política e econômica dos EUA em relações brasileiras, a subsidiária Brasileira da Foundation.

De 1964 até 1985, a Fundação no Brasil sofreu dificuldades em atuar na América do Sul; o Governo Militar iria limitar a ação da Fundação no território sul-americano, criando o Departamento Brasileiro do Anômalo, mais tarde reinstaurado à Fundação.

O regime de Estado Novo em Portugal reformaria o órgão português competente para atender as necessidades governamentais de Salazar; com a reinstauração de uma ordem democrática em Portugal, contato é estabelecido com a Fundação Brasileira e, após pouco tempo, a Fundação Lusófona é consolidada.


Sítios Lusófonos

A Fundação Lusófona dispõe de diferentes tipos de sítios para o exercício de suas operações:

  • Sítios Operacional Lusófono: São pequenas unidades de auxílio que existem em países não-lusófonos; servem como bases para a manutenção dos relacionamentos entre as filiais - "embaixadas" - além de servirem como sítios seguros de suporte. São pequenos e não abrigam anômalias intermitentemente.
  • Sítios de Contenção e Pesquisas Lusófono: São unidades estruturais que existem em países lusófonos; servem como bases de operação para contenção de objetos, e pesquisas relacionadas ao anômalo. Possuem setores específicos relacionados a elementariedade de contenções, até a ciência desenvolvida no local.
  • Sítios Administrativo Lusófono: São unidades que lidam com as partes burocráticas relevantes, além do desenvolvimento de soluções de Relações Humanas, Marketing (para Desinformação), e o controle dos demais sítios.
  • Sítios Provisórios: São unidades temporárias para atenderem determinadas necessidades momentâneas.
  • Sítios Especiais Lusófono: São sítios responsáveis por funções esotéricas, ou específicas para o funcionamento da Fundação como um todo.
    • Treinamento Militar: São sítios que lidam com o treinamento e capacitação de agentes militares, e responsáveis pela segurança da Fundação;
    • Academia Lusófona do Anômalo: Sítio responsável pelo desenvolvimento de tecnologia e conhecimento relacionado ao anômalo, a fim de explicar anomalias para aplicar seus fundamentos científicos na expansão das ciências;
    • O Conservatório Lusófono: Sítio responsável pelo desenvolvimento de testes envolvendo relações entre dois ou mais objetos anômalos relevantes;
    • O Relicário: Sítio responsável pelo armazenamento de artefatos históricamente relevantes aos GoIs que precederam a Fundação Lusófona; realizam expedições em áreas internacionais;
    • O Estaleiro: Sítio relevante para o desenvolvimento de tecnologia ultramarítima, além de hospedar os equipamentos relevantes da Fundação;
      • Navios de Pesquisas Hidroceanográficas: São sítios móveis organizados em navios, ou plataformas em alto-mar, são capazes de exercer diversas funções conforme a necessidade presente.
    • Sítios Fachada: Sítios que operam por trás de outras organizações ou unidades, como empresas de serviço.

Cesta de ideias.

A Fundação Lusófona se expande para abrangir todos os países cujo o idioma primário, ou secundário seja o Português; devido a influências diplomáticas, sítios-operacionais são estabelecidos em outros países com relações positivas afim de auxiliar os órgãos da Foundation locais competentes;

Objetos e outros itens relevantes são primáriamente de locais com influência histórica do Império Português, e do Império Brasileiro; no quesito de colônias, relacionamentos, e presença; no mundo moderno em locais com a influência de Portugal, e do Brasil;

A Academia Lusófona de Paranomalias é uma iniciativa da Fundação dentre os dois países para o compartilhamento de conhecimentos anômalos; neste caso, a Fundação Lusófona possui vinculos governamentais leves mas funciona como uma iniciativa privada; no cenário moderno, esta iniciativa tem como objetivo restaurar o controle das paranomalias históricas pertencentes aos grupos relevantes pré-Fundação;

O Conselho Lusófono O4 são diretores de Nível 4 que respondem diretamente ao Conselho O5, não são necessáriamente diretores de sítio mas apoiam a iniciativa por meio monetário, de influência política, etc;

Apesar de possuir raízes históricas, os eventos que afetaram a Fundação e seus precursores pré-modernização deixaram-na com um déficit;

A Fundação possuí objetos Thaumiel/Apollyon bem como uma FTM Militar que responde ao Conselho Lusófono, porém sua especialização é o sigilo, e operações "furtivas", preferindo agir por "baixo dos panos", com enfâse na limpeza de rastros, e arquivos que comprometam seu sigilo;

A Fundação reabilita e recondiciona indivíduos de Classe-D academicamente, usando terapias de hipnose, recondicionamento comportamental, e amnésticos caso necessário; Classe-D são, primáriamente, indivíduos indiciados por crimes leves que se candidatam para "um certo projeto de uma empresa fachada da Fundação" para terem suas penas reduzidas; em certos períodos, indivíduos com fichas criminais hediondas podem ser escolhidos;

Apesar da política, a Fundação não tem problemas com o conceito de "queima de arquivos" ou "terminação de fim do mês" dadas as circunstâncias corretas;

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