Outra caixa!

A Filial Lusófona não se coalizou até 1992, quando os países da língua Portuguesa resolveram se unir em um só manto. Antes disso, Portugal e Brasil mantinham sítios não-oficiais, controlados pelos Estados Unidos, enquanto Moçambique, Cabo Verde e Angola eram supervisados por filiais Europeias. O primeiro Sítio brasileiro foi fundado durante os anos 50, seguindo a industrialização do Brasil pelo governo Vargas e o destaque da importância de imprensa e jornalismo, comprometendo sigilo sobre anomalias existentes no solo nacional. Com tais mudanças, o primeiro Sítio formal foi criado (Sítio de Bio-Pesquisa 10-PT), destinado à contenção e pesquisa de anomalias de natureza biológicas proeminentes nas Floresta Amazônica e Mata Atlântica. Durante os anos 90, após o fim da Ditadura Militar, uma união entre os países portugueses, assim como divisão de especializações foram propostas, e a Filial Lusófona surgiu.

A Filial é administrada por um conselho de todos os Diretores de Sítio e Área (Conselho O4), prescindidos pela Diretora de Sítio-01-PT. O Conselho obedece e é supervisionado pelo Conselho O5. Membros portugueses/brasileiros/africanos podem ser parte do O5, mas eles não são membros da Filial Lusófona, apenas do próprio Conselho, logo nosso nível de autorização máxima é 4 (Ultra-Secreto).

A filial possui sítios especializados na contenção de diversos tipos de anomalias e ameaças, englobando todos os países. Todos os países possuem equipamento de transporte especializado para contenção provisória e encaminhamento para outros Sítios especializados.

Políticas:

Thaumiel: Como dito acima, nossa filial tem o Nível de Credencial máximo como 4, e conhecimento sobre classe-Thaumiel é reservado ao Conselho O5. Classes-Thaumiel não são mantidos em países lusófonos….pelo que se sabe.1

Classes-D: Já que o Brasil e Portugal não possuem pena de morte, a maioria dos Classes-D são recrutados de prisões de segurança máxima nos países da Filial. Presidiários com pena de 30 anos ou mais são oferecidos a oportunidade de servir como cobaias de testes durante 1 mês, após o qual são submetidos a uso de amnésticos classe-A e libertos durante um período provisional(caso sobrevivam).

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